FIEAC terá papel fundamental para difusão da tecnologia do bambu

13 Julho 2015 In Notícias
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FIEAC terá papel fundamental para difusão da tecnologia do bambu Foto/Unicom

Instituição assina Acordo de Cooperação Técnica para gestão compartilhada do CVT Bambu

"Nosso principal parceiro tem que ser a FIEAC para incentivar o setor produtivo a trabalhar com o bambu. Ela tem que entrar com sua representatividade, assim como todas as instituições devem entrar nessa briga". Assim Dixon Gomes, responsável pelo Centro Vocacional Tecnológico do Bambu no Acre (CVT Bambu), definiu o papel da instituição, que fará parte do Comitê Gestor do Projeto Habitats de Inovação para a Gestão Compartilhada do CVT Bambu. A assinatura do Acordo de Cooperação Técnica aconteceu na manhã desta sexta-feira, 3 de julho, na sede da Secretaria de Estado de Ciências e Tecnologia (Sect).

O presidente da FIEAC, José Adriano Ribeiro da Silva, e o diretor regional do SENAI, João César Dotto, assinaram o termo juntamente com representantes de outras 12 entidades pertencentes aos setores público, privado, ONGs e entidades que têm relação com a matéria-prima em pauta. "Nós nos comprometemos, ao assinar este termo, a nos empenhar ao máximo a fim de desenvolver propostas que possam incluir, não só a indústria, mas todo o setor produtivo, nessa iniciativa", garantiu o empresário.

De acordo com Dixon Gomes, o Comitê Gestor vai ter caráter deliberativo, construtivo e, também, propositivo, fazendo prospecção de desenvolvimento do bambu na região. "O nosso bambu até hoje é considerado uma praga. Todo mundo o queima para fazer seu roçado, para plantar alguma coisa, uma monocultura. O que estamos tentando é fazer com que o bambu tenha um atrativo comercial para aquele produtor, melhorando sua renda", afirmou.

INSTITUTO SENAI DE TECNOLOGIA - Segundo a secretária de Estado de Ciência e Tecnologia, Renata Silva e Souza, o Governo do Estado está a frente desse estudo da cadeia produtiva do bambu. No último dia 12 de junho, o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou R$ 2,4 milhões para pesquisas no Acre e instituir o CVT, que tem como executor a Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac). Ela ressaltou a urgência de se iniciar, a partir de agora, o estudo de pesquisa com o bambu, uma vez que é grande o interesse do Governo em desenvolver projetos e trazer indústrias para o estado que explorem a matéria-prima. "Já temos algumas interessadas em se instalar em Xapuri, próximo à fábrica da Natex", relatou.

O diretor regional do SENAI, João César Dotto, pontuou que a instituição presta apoio por meio do Instituto SENAI de Tecnologia, que tem foco na madeira e no mobiliário. "Essa área do bambu interessa tanto aos empresários do setor de madeira e móveis, como da construção civil, que já demonstraram interesse em fazer uma agenda interna para se aprofundar nesse projeto. E nós queremos contribuir apoiando essa proximidade e realizando estudos via Instituto SENAI de Tecnologia", destacou.

Unicom

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